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Mostrando postagens de Abril, 2014

A PRIMEIRA VIAGEM DA DNA. ROSE

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Lendo o excelente post sobre a Yamaha DT 180 lembrei-me da primeira viagem da minha esposa pilotando uma motocicleta. Um pouco antes do lançamento da DT 180 a Yamaha lançou a TT 125 e eu comprei uma pra minha esposa que nem sabia andar de bicicleta. Depois de um treinamento inicial intensivo e alguns passeios curtos sem habilitação ela tirou sua esperada e tão desejada carta. Foi quando comprei minha primeira DT 180. Aquela vermelhinha linda de morrer. 

QUEM NÃO TINHA CÃO CAÇAVA COM GATO

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No início da década de 80 os enduros de regularidade agitavam o mundo dos amantes do off-road e era difícil competir com as nossas XL 250 R, que apesar da confiabilidade mecânica e do torcão em baixa rotação, era bem mais pesada que as DT 180 da Yamaha. Os traieiros fãs da XL sonhavam com as já famosas XR japonesas cuja importação era proibida na época. Então o jeito era transformar nossos "tratores" em motos mais leves pra encarar nossas trilhas com mais facilidade.

TRICICLO LAVRALE TR-3 (AGRALE)

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Se uma motocicleta Agrale hoje em dia já se tornou uma raridade, imagine só um "triciclo Agrale"?
Pois é, muita gente nem sabe que isso existiu, mas existiu!

Num tempo de importações fechadas, os fabricantes se reinventavam todos os dias, mas no caso deste triciclo, foi uma revenda - a Lavrale de Caxias do Sul RS - dai vem o nome do triciclo, que criou e disponibilizou o kit que permitia a transformação das motos Agrale em triciclos.  Por a concessionária situar-se no RS, terra da Agrale, as vendas foram muito mais intensas naquela região.
Era bem legal, pois o kit era 100% reversível, e homologado pela fabrica. Ou seja, a garantia não era perdida e ainda podia voltar a ser moto quando quisesse.

DEDO-DURO OU CIVILIZADO?

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Quarta-Feira 17 de agosto de 2012 (*), com meu Suzuki Burgman 400 descia a serra na Fernão Dias no sentido São Paulo, estava a cerca de 90 km/h. No trecho sinuoso onde ficam os radares notei uma carreta na faixa da esquerda ultrapassando os carros de forma perigosa. Fui para a faixa do meio e, para garantir, joguei ainda mais para a direita. Quando percebi o enorme caminhão passou a poucos centímetros do scooter, foi um susto enorme. O motorista voltou para a esquerda e continuou dirigindo de forma agressiva e perigosa, mesmo com a minha experiência e os 400 cc do meu Burgman foi difícil acompanhá-lo. Ele encostava na traseira dos carros e forçava-os a dar passagem, numa atitude irresponsável e assassina.

AVENTURA: BIKE WEEK DE 1996

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Em 1996 meu primo que morava em Chicago me convidou pra uma viagem a Daytona pra participar do famoso mega encontro de motociclistas que acontecesse todo ano na primeira semana de março.

HONDA XLX250R

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Normalmente a chegada de um novo modelo desperta curiosidade do público e logo ele se transforma em objeto de desejo de um grupo. E não foi diferente com o lançamento no Brasil da XLX250R no segundo semestre de 1984, a moto era a evolução da XL250R, modelo de grande sucesso na época.  No entanto o que veio a seguir é que foi fora do normal, o público, que tinha aceitado bem a XLX, logo começou a reclamar de seus defeitos e a comparação inevitável com o modelo anterior se fez cada vez mais freqüente. 10 em cada 10 motociclistas, preferiam a XL250R à XLX250R. Isso fez a fama da "japonesa" como é conhecida a XL crescer e deu trabalho pra Honda arrumar a casa, várias modificações foram feitas na XLX nos primeiros anos de produção, tentando agradar a este público que já começava a demonstrar-se exigente!  
Felizmente com o tempo tudo se acalmou, a XLX250R permaneceu em linha por quase 10 anos.