sexta-feira, 17 de julho de 2015

Aventura: A procura do Centro Geodésico da América do Sul



Em 1992 fomos conhecer o Pantanal do Mato Grosso montados nas poderosas Yamaha 600 Ténéré e Honda XLX 350 e resolvemos voltar via Goiânia pra passar pela famosa Chapada dos Guimarães.









Nos disseram que na saída do Parque, em direção a Goiânia, iríamos passar pelo marco do Centro Geodésico da America do Sul.
Saímos animados com a perspectiva de conhecer o local famoso pela belíssima paisagem em 360° da região e o Marcelo que se iniciava no mundo da fotografia já mentalizava os ângulos que usaria na nossa velha pentax.
Lá chegando não encontramos o marco e depois de alguma procura vimos duas hastes de ferro que emergiam do chão batido. Devia ser os restos do famoso marco.
Diante da expressão de decepção do meu filho falei brincando que o marco devia estar enfeitando alguma mansão lá no Lago Paranoá e só nos restou a possibilidade de sacar uma foto ao lado do ponto onde deveria estar o marco do Centro Geodésico da América do Sul. Mas valeu a procura, a visão de Cuiabá no horizonte e dos 360° da região vizinha é inesquecível


A bem da verdade este local é um dos três importantes pontos geodésicos da região mas ao contrário do que diziam os habitantes da Chapada não é o Centro Geodésico da América do Sul. O ponto geográfico verdadeiro está localizado em Cuiabá onde atualmente existe um belo monumento demarcando-o. Esta região do território nacional abriga três pontos importantes, o Centro Geodésico da América do Sul em Cuiabá, o Centro Geodésico do Brasil em Palmas no Tocantins e o Coração do Brasil e da América do Sul onde os dois paulistas orgulhosos das suas motos brasileiras tiraram esta foto. 


Um comentário:

  1. Noooosssaaa!!! que fotos! como é bom ver uma foto de uma ténéré quase zero km!!! delicia de viagem! parabéns Décio!

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