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Mostrando postagens de Outubro, 2016

Seremos punidos por poluir?

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Como de costume, li esta semana a sempre genial coluna do Roberto Agresti no site da UOL, onde ele, com absurda propriedade discorreu sobre o Futuro da Motocicleta, com a iminente transformação dos motores de combustão em elétricos.

Aqui no Motos Clássicas 80 estamos sempre acostumados a olhar pelo retrovisor (que é bem mais fácil inclusive!), mas ao final da leitura veio uma reflexão:  haverá espaço para nossos veículos nesse futuro?

O amigo "mão de vaca"!

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"Comprei uma Mercedes Benz, ano 92, cara, uma beleza!"
- dizia meu amigo, e completou: "Não paga mais IPVA e não preciso fazer seguro, pois não há roubo desse tipo de carro... o carro não deprecia mais, só valoriza!  é uma beleza"

Será mesmo que é por ai?  comprar o automóvel ou a motocicleta antigos, clássicos, pra fazer economia?!

Tiradentes (MG) abre museu com motos centenárias; veja esta e outras opções

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Desde os 15 anos, Rômulo Filgueiras coleciona tudo que está relacionado ao mundo das duas rodas: primeiro foram miniaturas, revistas e livros; depois vieram chaveiro, apontador, imã de geladeira. Aos 57 anos, o costume se tornou obsessão e deu origem ao recém-inaugurado "Museu da Moto", em Tiradentes (MG), com mais de 3.000 itens. O acervo particular conta com 85 motos -- 66 expostas, algumas sendo finalizadas, outras em fase de restauração. Há réplicas, modelos históricos, militares, agrícolas, Vespa e Lambretta.

300.000 visitas...

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Motos Clássicas 80 acaba de completar 3 anos (começamos a esboçar as primeiras páginas em setembro de 2013, pegamos gosto pela estrada em 2014) e ultrapassa hoje a marca de 300.000 km!  ops, desculpe, 300.000 visitas em nosso site!

Moto nasceu para rodar

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Recentemente escrevi um artigo para o portal UOL Carros falando sobre a possibilidade de viajar com motos mais antigas. A matéria gerou bastante discussão e muitos compartilhamentos no Facebook. Para muita gente o artigo foi a carta de alforria, quase um "alvará" para quem desejava por aquela moto dos anos de 1980 na estrada e ser feliz. Porém, fiz questão de destacar no artigo o quanto a manutenção quase "cirúrgica" é fundamental nesse tipo de empreitada. Tomei como exemplo o motociclista Marcelo Gubert, de Matelândia (PR), com sua Honda Tornado, ano 2007, viajou até o Alasca em 2011. Até aí nada de excepcional, porém a moto já estava com mais de 100.000 km quando ele decidiu fazer a viagem, hoje sua Tornado já passou dos 270.000 km.