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Mostrando postagens de Novembro, 2016

ARQUIVO: RD350LC 1987 - NACIONALIZADA

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Arrancando suspiros, ontem, hoje e antes de ontem.  Se na década de 1980, retornando ao Brasil a RD nos enlouquecia, na década de 1970 enlouqueceu aos que vieram antes!  E segue hoje, virando pescoços ao acelerar entre os carros no semáforo!


Nessa reportagem de 1986, podemos acompanhar o que a revista Duas Rodas publicou sobre a RD350LC - o primeiro modelo a aterrissar por aqui na década de 1980, ainda com semi carenagens, transpirando esportividade e incomodando - e muito - ao pessoal da 7Galo (CBX750F).

Ferveu, vazou, fundiu...

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Me lembro claramente, subindo a "serra de Santos" (na época a via Anchieta, que ligava as cidades de Santos a São Paulo) e eram inúmeros carros parados no acostamento, na subida eram motores que "ferviam", na descida eram os freios que "queimavam"... e em ambos os sentidos pneus furados eram muito comuns.  Em uma viagem entre a Capital Paulista e a cidade portuária podia contar, não menos de 10 carros ao longo de seus menos de 70 km de vias asfaltadas.

Pois é, assim era com as motos também, platinados, pneus que furavam, correntes que estouravam, freios que travavam - um tempero a mais em qualquer viagem de moto, transformando-a em uma pequena aventura!

ARQUIVO: O DUELO DO SÉCULO!

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O duelo travado entre a Viúva Negra e a 7Galo (Yamaha RD350R e Honda CBX750F) foi sem duvida o maior não apenas da década de 80, mas do século XX, e não apenas no Brasil, mas todo o planeta assistiu a essa disputa (na década anterior com a CB750F x RD350). Com conceitos técnicos completamente adversos e desempenho similar esses nomes fizeram brilhar os olhos e povoaram o sonho de algumas gerações! Os sons dessas maquinas chamaram atenção nas madrugadas, nas avenidas das grandes cidades. Elas representavam não apenas o duelo entre duas máquinas de duas rodas, mas entre dois complexos industriais gigantes japoneses que buscavam - e ainda buscam - a hegemonia.


Esta matéria, publicada na edição 147 da Revista Duas Rodas em 1987, fala da arrancada - a principal brincadeira nas ruas naqueles tempos (os famosos rachas de semáforo) - a qual, ao invés de transcrever aqui, preferi colar, deixando a disposição para quem preferir baixa-las em seus PCs ou Tablets e ler mais tarde, ou guardar de rec…