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Mostrando postagens de Fevereiro, 2018

iMOT 2018 em Munique

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Do dia 16 a 18.2.2018 foi realizada em Munique a 25.ª Exposição Internacional de Motocicletas.

Meu irmão me chamou para irmos lá, e como eu sei que é sempre cheio, combinamos de nos encontrar na feira logo quando abrissem, às 9:00.
Já a cinco quarteirões não havia mais vaga nas ruas, só sobrou uma solução: estacionamento pago. Meu irmão se atrasou e teve que voltar pra casa, pois o estacionamento já estava completamente lotado quando ele chegou às 10:30... Por isso peço desculpas pelas pessoas que nas fotos aparecem atrás ou montadas nas motos, não teve como evitar.

Os meninos voltaram

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Médico, empresários, engenheiros, advogado, aeroviário, administrador, aposentado, diretor industrial, jornalista... Eles nasceram e viveram em lugares distantes, tiveram histórias de vidas opostas e não tinham a menor ligação entre eles, mas foram unidos pela motocicleta.

Mantendo as antigas...sempre novas!

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Emagrecer é fácil, difícil é manter... dizem os magros!  Eu que sempre fui mais pra gordo do que pra magro, cansei de ouvir essa historia, e cansei de engordar - emagrecer - voltar a engordar!  É chato isso viu!

Mas o caras tem razão!  difícil mesmo é manter! Falta disciplina!  No começo a empolgação faz o trabalho, depois, a gente vai relaxando e voltando à condição anterior, devagar, sem perceber... vai, vai, vai e quando percebe, pronto!  ta tudo lá outra vez!

Antes que o "reclamão-do-fundo-da-sala" se manifeste, me deixa correr e voltar logo pro tema do site: as motos!

Com as motos clássicas é exatamente a mesma situação, a pessoa deve ser extremamente disciplinada pra manter uma motocicleta antiga, é todo um ritual - pelo menos semanal - pra dar conta de mante-la em ordem, funcionando perfeitamente.  To falando no singular se o cidadão tiver uma só, se tiver duas, multiplica por dois...se tiver três.. quatro.  Até que um dia ele se dá conta que talvez, não dá mais conta…

E você? É motoqueiro?

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Encontrei dias atras esse anuncio antigo, de um interessante intercomunicador entre piloto e garupa que havia nos anos 70, talvez 80...  permitia até ouvir um "tape"...já pensou?



Porém, não desprezando a importância do documento, ele me proporcionou uma reflexão interessante!

Meu nome não é complicado: Diego, mas eu acostumei desde criança a responder por Rodrigo, Diogo e Tiago também, esses nomes estão todos no "default" e muitas vezes, a favor da praticidade, nem perco meu tempo em corrigir, a conversa segue e tudo está em casa!

Quando me chamam de motoqueiro ou motociclista, sigo o mesmo caminho. No meu entender, são denominações de um mesmo ser, um bípede por opção.