Aprilia Motó 6.5

Um caso à parte, certamente!  Saem os projetistas tradicionais e entra em cena um profissional do design. Não comparando com a genialidade de  Massimo Tamburini por exemplo e sua gigante e eterna contribuição ao motociclismo mundial, mas uma motocicleta desenhada por alguém que não é "do ramo", é, por si só, algo genial!

O francês Philippe Starck, ganhou destaque mundial com o design de moveis ainda na década de 1960 mostrava-se a frente de seu tempo, e não limitou-se a moveis, ousou  por caminhos desconhecidos, e também criou para Pierre Cardin e outras áreas, até que aceitou o convite da Italiana Aprilia para desenhar uma motocicleta.





Aprilia Motó 6.5 ja nasceu clássica.  Suas linhas, suas cores, tudo nela impressiona.  Quero dizer, quase tudo, pois sua mecânica não era exuberante, comum a outros modelos de outros fabricantes daquela época inclusive.

Ela ganhou fama ao ficar exposta no museu Guggenhein na exposição "Art of the Motorcycle" que foi mostrada em NY, Las Vegas, em Chicago no Field Museum e finalmente no museu Guggenhein em Bilbao, Espanha.  - merecida fama!



Ao contrario da maioria das motocicletas, o que deveria chamar atenção ali não era a mecânica, o desempenho ou algum atributo técnico, mas o sutil e suave design dado pelo seu criador.

Algumas, poucas, vieram ao Brasil, talvez a maior contribuição desta marca italiana aos brasileiros quando o assunto é motocicleta clássica nos últimos tempos. Se encontrar alguma em bom estado de conservação, abrace logo, pois a moto, alem de ser uma belezinha, é robusta e muito gostosa para uso no dia a dia, ou, preferencialmente, pra desfilar nos finais de semana, já que agora classifica-se como clássica moderna.


Comentários

  1. Linda e com um motor monocilindrico realmente sensacional. Bela matéria.

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  2. Lembro desse lançamento. Era uma moto fraca, e de preço exorbitante pelo pouco que oferecia. Particularmente acho feia

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