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	Comentários sobre: A Geração Z e as motos	</title>
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	<description>Motociclismo à Moda Antiga</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Jan 2021 01:33:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Jair Conte		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3547</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jair Conte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 01:33:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem realista este artigo.  Tenho 60 anos ( e espero  mais uns 40,  rsrs) e aos 12 Anos já tentava dirigir um Jeep Willys do meu pai,  naquela época na minha região não existia moto,  que me recordo algumas Lambretas  e &quot;Motociclos&quot;, a soluçao foi andar de bicicleta ate que  em 1980 consegui comprar  uma ML 125, era o máximo, hoje tudo ficou mais fácil para adquirir uma moto, mas as novas gerações  na maioria não  tem muito interese  em motos, mesmo com toda a tecnologia que elas carregam.
Eu particularmente prefiro as motos  e carros raiz, mas concordo que em matéria de conforto, praticidade e eficiência  as motos e carros  de hoje são melhores.
Ainda hoje ando de Jeep Willys, VW Brasilia, XL 250R, XLX 350 e  Agrale é muito mais prazeroso  que andar  em carro e moto onde a tecnologia que eles carregam  diz o que você deve fazer.
É uma pena que principalmente no Brasil a maioria dessas novas gerações  não dão muito valor para carros e motos mais antigos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem realista este artigo.  Tenho 60 anos ( e espero  mais uns 40,  rsrs) e aos 12 Anos já tentava dirigir um Jeep Willys do meu pai,  naquela época na minha região não existia moto,  que me recordo algumas Lambretas  e &#8220;Motociclos&#8221;, a soluçao foi andar de bicicleta ate que  em 1980 consegui comprar  uma ML 125, era o máximo, hoje tudo ficou mais fácil para adquirir uma moto, mas as novas gerações  na maioria não  tem muito interese  em motos, mesmo com toda a tecnologia que elas carregam.<br />
Eu particularmente prefiro as motos  e carros raiz, mas concordo que em matéria de conforto, praticidade e eficiência  as motos e carros  de hoje são melhores.<br />
Ainda hoje ando de Jeep Willys, VW Brasilia, XL 250R, XLX 350 e  Agrale é muito mais prazeroso  que andar  em carro e moto onde a tecnologia que eles carregam  diz o que você deve fazer.<br />
É uma pena que principalmente no Brasil a maioria dessas novas gerações  não dão muito valor para carros e motos mais antigos.</p>
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		<title>
		Por: Allan Domingues		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3537</link>

		<dc:creator><![CDATA[Allan Domingues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 15:35:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito da publicação. Sou um misto das duas gerações. Nasci em 1996, mas sou um feliz proprietário de uma CBX 750 e de um Monza, além dos muitos objetos antigos. Uma boa parte da minha vida foi trabalhando com restauração e manutenção de motos antigas. Por muitos sou considerado uma pessoa &quot;fora da curva&quot; para a idade. Acompanho as postagens aqui da página, e, como foi falado na sua publicação, já não existem mais jovens que dão valor ao que é historico. Gosto de preservar as coisas como elas sempre foram. Não posso negar que também sou um amante da tecnologia e gosto de acompanhar a evolução das coisas, mas meu sonho é ter uma coleção de carros motos antigas e manter vivo o que é o princípio no futuro. Desde que me conheço por gente, já acompanhava muito o antigomobilismo. Todos na família sempre foram muito ligados com carros, motos, etc. Meu avô era preparador de DKW&#039;s na época que existiam as corridas em Interlagos com a pista de terra. Acho que tudo isso está infiltrado no meu DNA e agradeço muito por não me considerar parte dessa geração Nutella.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito da publicação. Sou um misto das duas gerações. Nasci em 1996, mas sou um feliz proprietário de uma CBX 750 e de um Monza, além dos muitos objetos antigos. Uma boa parte da minha vida foi trabalhando com restauração e manutenção de motos antigas. Por muitos sou considerado uma pessoa &#8220;fora da curva&#8221; para a idade. Acompanho as postagens aqui da página, e, como foi falado na sua publicação, já não existem mais jovens que dão valor ao que é historico. Gosto de preservar as coisas como elas sempre foram. Não posso negar que também sou um amante da tecnologia e gosto de acompanhar a evolução das coisas, mas meu sonho é ter uma coleção de carros motos antigas e manter vivo o que é o princípio no futuro. Desde que me conheço por gente, já acompanhava muito o antigomobilismo. Todos na família sempre foram muito ligados com carros, motos, etc. Meu avô era preparador de DKW&#8217;s na época que existiam as corridas em Interlagos com a pista de terra. Acho que tudo isso está infiltrado no meu DNA e agradeço muito por não me considerar parte dessa geração Nutella.</p>
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		<title>
		Por: Marcelo Conte		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3522</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Conte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 23:37:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom seu artigo. Tenho 52 anos e assim como você já aos 10 anos sabia pilotar uma moto e dirigir um carro. As motocicletas e carros para nossa geração eram os nossos maiores desejos. Como você bem falou para nós esse era o estilo de vida que nos moldou... Totalmente diferente da geração atual. Acho que uma diferença importante é que nossa geração julgava menos as anteriores... Mas é uma impressão... Resta a nós conservar enquanto podemos a memória e história através dos carros e motos. Infelizmente não tenho nenhuma motocicleta antiga mas tenho planos... Mas consegui manter um Fiat 147 GLS 79, uma Caravan 1979 Standart e um Escort XR3 88... Sem dúvida dirigir esses carros é a coisa mais legal que eu faço... Legal que minha filha de 8 anos adora muito mais os antigos do que os novos... Prefere muito mais ir com eles para o clube, escola, passear... E acredito que vai manter e curtir esses carros por muitas décadas quando eu não estiver mais aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom seu artigo. Tenho 52 anos e assim como você já aos 10 anos sabia pilotar uma moto e dirigir um carro. As motocicletas e carros para nossa geração eram os nossos maiores desejos. Como você bem falou para nós esse era o estilo de vida que nos moldou&#8230; Totalmente diferente da geração atual. Acho que uma diferença importante é que nossa geração julgava menos as anteriores&#8230; Mas é uma impressão&#8230; Resta a nós conservar enquanto podemos a memória e história através dos carros e motos. Infelizmente não tenho nenhuma motocicleta antiga mas tenho planos&#8230; Mas consegui manter um Fiat 147 GLS 79, uma Caravan 1979 Standart e um Escort XR3 88&#8230; Sem dúvida dirigir esses carros é a coisa mais legal que eu faço&#8230; Legal que minha filha de 8 anos adora muito mais os antigos do que os novos&#8230; Prefere muito mais ir com eles para o clube, escola, passear&#8230; E acredito que vai manter e curtir esses carros por muitas décadas quando eu não estiver mais aqui.</p>
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		<title>
		Por: Adilson José de Meira		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3521</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adilson José de Meira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 10:58:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto, concordo totalmente com a sua visão de que não é &quot;nem ruim, nem bom&quot;. Mas, tem tecnologias que fico pensando como, literalmente, vivi tanto tempo sem, como o maravilhoso pinlock, que realmente faz a diferença na segurança e que, apesar do custo, só traz benefícios...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto, concordo totalmente com a sua visão de que não é &#8220;nem ruim, nem bom&#8221;. Mas, tem tecnologias que fico pensando como, literalmente, vivi tanto tempo sem, como o maravilhoso pinlock, que realmente faz a diferença na segurança e que, apesar do custo, só traz benefícios&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Tabajara Aparecido Jorge		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3519</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tabajara Aparecido Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 03:05:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É bem por aí, a nova geração mudando o mundo. Se antes não víamos o dia de completar 18 anos e tirar a sonhada habilitação, hoje já não é mais na mesma velocidade que isso acontece. Vejo filhos(as) de amigos meus, com 20 anos de idade e nem dirigir sabem, e nem preocupados com isso estão. Show de matéria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É bem por aí, a nova geração mudando o mundo. Se antes não víamos o dia de completar 18 anos e tirar a sonhada habilitação, hoje já não é mais na mesma velocidade que isso acontece. Vejo filhos(as) de amigos meus, com 20 anos de idade e nem dirigir sabem, e nem preocupados com isso estão. Show de matéria.</p>
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		<title>
		Por: Jairo		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3518</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jairo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 01:01:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito legal. Me fez também lembrar do primeiro caminhão do meu pai, um antigo Ford Alemão, que incontáveis vezes o vi  &quot;fazendo pegar&quot; na manivela. E da minha primeira moto, uma Yamaha RD 125, bicilíndrica, com dois carburadores. Quando tudo funcionava era uma beleza. Até hoje o perfume do dois tempos permanece entranhado em algum fundo do meu cérebro. E nas minhas costas também 
 rsrsrs. Realmente, não tem preço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal. Me fez também lembrar do primeiro caminhão do meu pai, um antigo Ford Alemão, que incontáveis vezes o vi  &#8220;fazendo pegar&#8221; na manivela. E da minha primeira moto, uma Yamaha RD 125, bicilíndrica, com dois carburadores. Quando tudo funcionava era uma beleza. Até hoje o perfume do dois tempos permanece entranhado em algum fundo do meu cérebro. E nas minhas costas também<br />
 rsrsrs. Realmente, não tem preço.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Wallace Novaes		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3517</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wallace Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 23:44:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótima crônica Diego, como sempre! As habilidades e valores mudam com as gerações, mas prefiro a sensibilidade e poder de improvisação que obtivemos forçosamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima crônica Diego, como sempre! As habilidades e valores mudam com as gerações, mas prefiro a sensibilidade e poder de improvisação que obtivemos forçosamente.</p>
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		<title>
		Por: Fernando Galindo Jr		</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2021/01/07/a-geracao-z-e-as-motos/#comment-3514</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Galindo Jr]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 14:52:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A evolução é um caminho sem volta.  O que parece novidade hoje, daqui 30 anos estará obsoleto.  
Lembro-me do salão do automóvel de 1981 (nem moto eu tinha);  no stand da Honda reluzia uma XL250R branca, numa plataforma giratória e alta...  as pessoas se acotovelavam pra vê-la de perto;  lembro-me de um camarada falando para outro: &quot;que beleza, olha o curso da suspensão dianteira&quot;...
Mal sabiam que, em 1988, a Yamaha ia surpreender com uma trail de 600cc, que botava qualquer XL no bolso, em termos tecnológicos e potência.
Hj, a XL250R já é uma moto nostálgica (recebi uma idêntica, para restaurar).
Tenho Cagiva Supercity, Super Tenere, Fusca, Escort XR3, Peugeot10, Caloi10... alguns torcem o nariz;  outros aplaudem. Enfim, tudo é questão de gosto e também de adaptação (dos mais velhos) às novas tecnologias.   
Talvez, em breve, os jovens que já nascerem em meio aos elétricos acharão estranho o barulho dos motores 2T ou 4T, como a gente achou estranho que as pessoas conseguiam viajar num Ford T e/ou naquelas estranhas Harley Davidson, Indian, etc, cujo câmbio era na mão e o farol era à luz de carbureto.   
Assim é a evolução.
Abração!
;-)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução é um caminho sem volta.  O que parece novidade hoje, daqui 30 anos estará obsoleto.<br />
Lembro-me do salão do automóvel de 1981 (nem moto eu tinha);  no stand da Honda reluzia uma XL250R branca, numa plataforma giratória e alta&#8230;  as pessoas se acotovelavam pra vê-la de perto;  lembro-me de um camarada falando para outro: &#8220;que beleza, olha o curso da suspensão dianteira&#8221;&#8230;<br />
Mal sabiam que, em 1988, a Yamaha ia surpreender com uma trail de 600cc, que botava qualquer XL no bolso, em termos tecnológicos e potência.<br />
Hj, a XL250R já é uma moto nostálgica (recebi uma idêntica, para restaurar).<br />
Tenho Cagiva Supercity, Super Tenere, Fusca, Escort XR3, Peugeot10, Caloi10&#8230; alguns torcem o nariz;  outros aplaudem. Enfim, tudo é questão de gosto e também de adaptação (dos mais velhos) às novas tecnologias.<br />
Talvez, em breve, os jovens que já nascerem em meio aos elétricos acharão estranho o barulho dos motores 2T ou 4T, como a gente achou estranho que as pessoas conseguiam viajar num Ford T e/ou naquelas estranhas Harley Davidson, Indian, etc, cujo câmbio era na mão e o farol era à luz de carbureto.<br />
Assim é a evolução.<br />
Abração!<br />
😉</p>
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