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	<title>Passeio &#8211; Motos Clássicas 80</title>
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	<description>Motociclismo à Moda Antiga</description>
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	<title>Passeio &#8211; Motos Clássicas 80</title>
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		<title>A crônica da Mobylette</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Naquele Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[Raridades]]></category>
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					<description><![CDATA[O Barn Find e a Polícia Em uma postagem anterior, contei pra vocês como foi encontrar uma Mobylette Caloi XR50 1987, ela ficou uns meses na fila da manutenção da garagem, foi inteiramente revisada e,...Continue lendo]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading">O Barn Find e a Polícia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma <a href="http://motosclassicas80.com/mobylette-o-sonho-de-toda-uma-geracao/">postagem anterior, contei pra vocês como foi encontrar uma Mobylette Caloi XR50 1987</a>, ela ficou uns meses na fila da manutenção da garagem, foi inteiramente revisada e, finalmente, chegou a hora de dar uma volta com ela.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="640" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-1.jpg" alt="" class="wp-image-5048" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-1.jpg 640w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-1-450x450.jpg 450w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-1-100x100.jpg 100w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-1-600x600.jpg 600w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption>Barn Find &#8211; é como chamamos aquele veículo que é encontrado em um <br>galpão ou garagem, abandonado há décadas, mas com suas características preservadas.</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">A última vez que eu andei numa mobila foi pouco antes de completar 14 anos&#8230; Já se passaram 34 anos desde então.  Na época, &#8220;fugir&#8221; da polícia não era coisa de marginal apenas, mas também os garotos menores de idade, que, como eu, não podiam pilotar e o estavam fazendo, <a href="http://motosclassicas80.com/os-ciclomotores/">nesta outra matéria falamos sobre esse dia a dia de garotos com Mobylette e a polícia</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Rodando com ela</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2021/02/image.png" alt="" class="wp-image-5041" width="265" height="287"/><figcaption>O Urso do Circo &#8211; assim me senti em cima da mobylette</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, dar a partida não foi nada difícil, sonzinho agradável, fumacinha do motor 2 tempos,  coração batendo forte, como na primeira vez que subi em uma Mobylette.  Uma grande diferença que, nesses 34 anos, &#8220;cresci&#8221; um pouco &#8211; 110kg e 1,90m de altura, em cima do ciclomotor, me senti o verdadeiro urso de circo &#8211; com apenas 46kg a pequena Caloi praticamente desapareceu atrás das minhas pernas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2021/02/FUSCA.jpg" alt="" class="wp-image-5049" width="378" height="252"/><figcaption>A Baratinha da polícia vivia atrás da molecada e seus ciclomotores.</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ela deu conta, e com entusiasmo foi acelerada, me levando, sorrindo, pelo trajeto entre a garagem e minha casa, de apenas 4km. Motoqueiros profissionais, senhoras, senhores, pedestres, torciam o pescoço. Acredito que alguns tenham reconhecido a raridade e viajado no tempo, outros se divertindo com o gigante sobre a &#8220;pobre&#8221; Mobylette.  Eis que em uma esquina, dois guardas e uma viatura parada com giroflex ligado! Pronto! o suficiente pra rebobinar a fita inteira e me lembrar do esforço que era feito pra evitar esses encontros.  Mas quer saber? Os guardas nem deram bola pro coroa barbado que se divertia no ciclomotor, e o passeio seguiu.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-7.jpg" alt="Diego Rosa Mobyllete Caloi XR50 87" class="wp-image-5060" width="308" height="308" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-7.jpg 640w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-7-450x450.jpg 450w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-7-100x100.jpg 100w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-7-600x600.jpg 600w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-7-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px" /><figcaption>Um grande barato &#8220;acelerar&#8221; um veiculo que pesa 40% do meu peso!</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">Na subida tem que pedalar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os últimos 300 metros antes de chegar na segurança da garagem de casa, há uma longa subida e imaginei que, com o peso atualizado, teria que pedalar ou passar vergonha.  No pé da subida, acelerei, embalei &#8211; no meio dela há um semáforo, que não estava lá em 1987, mas dei sorte, estava aberto! Ufa!  Então foi só manter a aceleração, sentindo ela ficar mais fraca, me divertindo com o ponteiro do velocímetro que balançava freneticamente, como que em um aviso de preocupação, e lentamente chegar em casa.  </p>



<h3 class="wp-block-heading">Não importa a moto</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2021/02/mobyllete-6.jpg" alt="" class="wp-image-5054" width="518" height="403"/><figcaption>A pequena Mobylette Caloi XR50 1987 ao lado da Gigantesca BMW K1600GTL &#8211; de um lado 50cc 2 tempos com 3cv, de outro uma usina de força de 6 cilindros em linha, 1650cc e mais de 160cv &#8211; isso importa?</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Algo que sempre dizemos aqui, não importa a moto que você está usando e sim o prazer que ela oferece e as boas lembranças que vem junto. Esse foi o caso, um passeio de apenas 4 km com uma &#8220;motinho&#8221; de apenas 3cv, rendeu essa crônica, que espero,  tenha feito você viajar no tempo também.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Assista ao vídeo</strong></h3>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Mobyllete Caloi XR50 1987 - Motos Clássicas 80" width="1140" height="641" src="https://www.youtube.com/embed/BOGe5x9Wk6Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><strong><a href="https://youtu.be/BOGe5x9Wk6Y">Assista ao vídeo</a></strong></figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Um Passeio Revoltante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josias Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 12:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicas]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Naquele Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
		<category><![CDATA[Josias Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios Veteran motorcyle]]></category>
		<category><![CDATA[Zeca Caldeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Zeca Caldeira, do Veteran Motorcycle, por Josias Silveira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, o Veteran Motorcycle Club do Brasil estava com tudo. Fundado por José Carlos Caldeira, o Zeca Caldeira, reunia o que de mais antigo existia no Brasil sobre duas rodas</em>.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="alignleft size-medium is-resized"><img decoding="async" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/10/Caldeirareuniao-581x800.jpg" alt="" class="wp-image-2363" height="500" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Caldeirareuniao-581x800.jpg 581w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Caldeirareuniao-600x826.jpg 600w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Caldeirareuniao-744x1024.jpg 744w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Caldeirareuniao-768x1057.jpg 768w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Caldeirareuniao.jpg 896w" sizes="(max-width: 581px) 100vw, 581px" /><figcaption>Sr Caldeira (centro) em reunião no Veteran, amor pelas motos clássicas e muito carisma.</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Caldeira, um gentleman e ao mesmo tempo um figuraço, começou a andar tardiamente de moto, aos 44 anos de idade, quando comprou sua primeira moto, acredito que era uma Yamaha YA7, em 1970. Mesmo na época, esta Yamaha que vinha por importação independente já parecia mais antiga, algo dos anos 1950/60.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cheiro do óleo 2T queimado e o prazer ao pilotar conquistaram Caldeira, que manteve esta primeira Yamaha até o final de sua vida (faleceu em 2018 aos 92 anos), ao lado de mais de uma dezena de motos altamente colecionáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com sua simpatia, Caldeira reuniu muitos entusiastas pelas antigas e fundou o Veteran, um clube muito ativo e divertido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E um pessoal que gostava de estrada, colocando todas as raridades para rodar. Claro, com as limitações da idade das motos, algumas até dos anos 1920. Organiza passeios aos domingos, claro que curtos, saindo de São Paulo e indo até ao Pico do Jaraguá. No máximo iam até Cotia ou Embu das Artes, com ida e volta nunca passando dos 60 km rodados.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendonamoto-744x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2365" height="500" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendonamoto-744x1024.jpg 744w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendonamoto-600x826.jpg 600w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendonamoto-581x800.jpg 581w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendonamoto-768x1058.jpg 768w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendonamoto-1115x1536.jpg 1115w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendonamoto.jpg 1156w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /><figcaption>Sr. Caldeira faz reparos na beira da estrada, momento marcante dos passeios.</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Eu estava na revista Duas Rodas e ia a vários destes passeios, sempre um belo espetáculo visual: o cheiro do óleo queimado (não só dos 2T, mas também dos velhos motores 4T que sempre queimavam óleo), o visual daquelas velhas senhoras e muitos pilotos vestidos a caráter, alguns até com capacete de couro&#8230; Parecia uma volta no tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiamos bem cedo, havia um belo almoço cheio de histórias (e algumas mentiras) e à tarde voltávamos felizes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes eu ia com uma Vespinha M3 (três marchas, 150 cc, 2T claro), que eu tinha na época, mas o pessoal já achava ela muito veloz, pois passava de 90 km/h nas descidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o passeio acontecia a 30/40km/h, em longas descidas chegava aos 60 km/h. Quando eu ia com alguma moto de teste que mal havia sido lançada, só era tolerado por ser jornalista e pelo fato de já ser amigo da turma. Com motos maiores, mal conseguia engatar a segunda marcha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quebrou? Agora sim!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, o ponto alto dos passeios do Veteran, além do almoço, era quando uma moto quebrava. E sempre quebravam. Em alguns passeios eram quase uma dezena de quebras ou paradas no acostamento. Era um espetáculo à parte: todos paravam rapidamente e a moto era rodeada por um monte de gente já com ferramentas na mão. O dono mal conseguia ficar perto de sua própria moto: &#8220;é magneto, está sem faísca na vela&#8221;. &#8220;Nada disso, enroscou a agulha do carburador&#8221;&#8230; Era uma briga de diagnósticos, enquanto dezenas de mãos disputavam espaço para mexer no motor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato é que as motos voltavam a rodar, para felicidade geral. Não me lembro de nenhum passeio que alguma moto, por mais antiga que fosse, tenha voltado rebocada ou, vergonha maior, de carona em algum caminhão-guincho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu escrevia a história do passeio na Duas Rodas, destacava alguma nova moto velha (desculpe, antiga) que apareceu e era um programa perfeito: trabalhava e me divertia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando eu não podia ir e não havia nenhum repórter disponível, pedia para o Caldeira mandar umas fotos e a gente se falava por telefone na segunda-feira para construir a matéria. Nesse caso, o Caldeira, sempre madrugador, ligava para redação antes mesmo de eu chegar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um certo domingo, não consegui ir no passeio do Veteran e quando cheguei na redação, nada do Caldeira ligar. Esperei e logo depois do almoço liguei: &#8220;e aí Caldeira, como foi o passeio?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma merda&#8221;, responde o desolado Caldeira, que raramente usava palavrões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como assim, teve algum acidente, qual foi o problema?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você não vai acreditar, nunca aconteceu isso&#8221;, responde o Caldeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mas, o que houve? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Diz o Caldeira: &#8220;Nenhuma moto quebrou. Todas foram e voltaram funcionando bem. Foi o passeio mais sem graça da minha vida. O gostoso não é só passear. É consertar moto no acostamento e ter assunto para o almoço&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o falecimento de Caldeira, o Veteran, do qual foi fundador e sempre Presidente, passou por um período difícil, mas agora esta revivendo graças aos meios digitais, principalmente no Facebook.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Nota da redação: Agradecemos ao Paulo Bambirra que enviou as fotos para ilustrar essa coluna. Aliás, o Bambirra também teve muita ligação com o Sr. Caldeira e era chamado de “Babá do Caldeira”. Mas essa é outra história que, em breve, ele contará por aqui.</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" decoding="async" width="581" height="800" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendomoto2-581x800.jpg" alt="" class="wp-image-2366" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendomoto2-581x800.jpg 581w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendomoto2-600x826.jpg 600w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendomoto2-768x1057.jpg 768w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendomoto2-744x1024.jpg 744w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/10/caldeiramexendomoto2.jpg 852w" sizes="auto, (max-width: 581px) 100vw, 581px" /></figure></div>
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		<title>Velha não; antiga e com muito óleo prá queimar!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cicero Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clássicas]]></category>
		<category><![CDATA[Naquele Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
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					<description><![CDATA[Como é legal rodar com motos clássicas entre as montanhas&#8230; Confira o relato do nosso amigo Marcelo Vigneron que viveu uma experiência fantástica no domingo, 23 de agosto. &#8220;Um velho amigo inconformado com o fato...Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como é legal rodar com motos clássicas entre as montanhas&#8230; Confira o relato do nosso amigo Marcelo Vigneron que viveu uma experiência fantástica no domingo, 23 de agosto.</p>
<p>&#8220;Um velho amigo inconformado com o fato de eu manter o mesmo carro depois de muitos anos me veio com essa: “-Pô Marcelo, tá louco cara, você gosta de coisa velha hein&#8230;!” Eu ouvi, pensei um pouco e entendi uma das minhas motivações para este gosto: “-Eu gosto de carro usado porque ele já vem com os riscos&#8230;” Brincadeiras à parte, esta lógica estranha à primeira vista, indica que os carros e as motos são feitos para rodar e ao longo do tempo vão adquirindo suas cicatrizes e marcas da idade assim como a gente. Se o meu carro ou minha moto já tem algumas marcas de uso eu me sinto muito mais à vontade para usufruir todo o prazer que podem me dar, rodando muito, com os devidos cuidados é claro, mas sem a neurose que acompanha quase todos os obcecados por veículos zero km.</p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2251" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/08/1_IMG_20200823_102357718-1.jpg" alt="" width="640" height="454" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1_IMG_20200823_102357718-1.jpg 640w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1_IMG_20200823_102357718-1-600x426.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Amigos e suas motos reunidos ao pé da serra da Mantiqueira, rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, preparando a subida para Santo Antônio do Pinhal</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É com um pouco desta liberdade de aproveitar tudo o que uma boa máquina foi projetada para fazer que eu costumo cumprir o rápido ritual de acordar o motor da minha Honda XLX 250R safra 1990. 30 aninhos em cima das rodas e ainda com atitude de garota nova. É baixar e subir o pedal com calma e jeito até sentir o motor mais leve, puxar o afogador (he,he,he&#8230;sim, isso existe!), virar a chave da ignição e só depois, com fé e sem medo, dar uma decidida e longa “patada”! Tu,tu,tu,tu,tu,tu&#8230;.se você fez tudo certo, a gasolina for boa, o carburador estiver regulado, a vela em ordem&#8230;o velho e fiel monocilíndrico desperta com aquele som rouco, grave e inconfundível. Seria injusto esconder que o prazer de ter e rodar com uma clássica também passa por este momento tão comum para quem tem uma moto moderna e “normal”.</p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2252" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/08/2_IMG_20200823_110457844-1.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2_IMG_20200823_110457844-1.jpg 640w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2_IMG_20200823_110457844-1-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Agrale 30.0 Elefantre e Honda XLX 350R, ícones do motociclismo brasileiro off road nos anos 80 e 90</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Alguns minutos para espantar a friaca matinal do inverno em Campos do Jordão e a minha coroa enxuta já está no rumo do encontro organizado pelo amigo Daniel do @motosde80e90. A ideia é percorrer cerca de 150 km em estradas de montanha saindo de Caçapava, passando por Taubaté, Tremembé, Santo Antônio do Pinhal, Monteiro Lobato e chegando em São José dos Campos, pela estrada velha de Campos do Jordão. Motos antigas numa estrada de traçado antigo. Cheia de curvas, túneis de mata, subidas e descidas, paisagens de tirar o fôlego, cenário ideal para rodar naquela velocidade mais lenta onde é possível esvaziar a mente dos problemas do dia a dia, sentir o vento, o sol e os aromas vindos do campo. Teve gente que veio de São Paulo com XLX 250R, Agrales impecáveis Dakar e Elefantre da terra da Embraer, Xiselona 350 de Taubaté, as caçulas da frota, duas Honda CG 160 e até mesmo as novinhas Kawasaki Versys e Ninja 300. Tudo junto e misturado num grupo animado, sem preconceitos nem frescuras ou medo de ser feliz. Tinha garoto novo em montaria antiga e tinha garoto velho que assim como eu conheceu um outro tempo esquisito, onde usar capacete era questão de opinião.</p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2253" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/08/3_IMG_20200823_110506648-1.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/3_IMG_20200823_110506648-1.jpg 640w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/3_IMG_20200823_110506648-1-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Nossas clássicas tomando um sol de inverno na histórica estação ferroviária de Eugênio Lefèvre em Santo Antônio do Pinhal/SP</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Rodando feliz e relaxado neste domingo de sol a minha mente foi absorvendo a mistura dos roncos graves das Hondas com o som agudo das Agrales, o cheiro único do óleo 2 T se dissipando à minha frente nas curvas da serra, o ballet harmônico do grupo de motos rodando sem stress, tudo funcionando como uma poderosa máquina do tempo, conjurando uma enxurrada de memórias, emoções e pensamentos lá do fundo da passagem da infância para a adolescência e juventude de quem viveu com intensidade o início da popularização do motociclismo no Brasil, entre meados dos anos 70 até o começo da década de 90.</p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2254" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/08/4_IMG_20200823_113414940-1.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/4_IMG_20200823_113414940-1.jpg 640w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/08/4_IMG_20200823_113414940-1-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Parada para apreciar o visual único da serra da Mantiqueira com a famosa Pedra do Baú (município de São Bento do Sapucaí/SP) ao fundo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um rolê desta qualidade só poderia fechar com saborosas conversas à volta de uma mesa servida com a boa comida caseira da cidade de Monteiro Lobato, mas na falta de uma mesa de verdade, nestes tempos de pandemia, a solução clássica foi o velho e bom estilo estradeiro raiz, com o marmitex no colo, talheres de plástico e aquele tempero que só entende quem ama de verdade estar na estrada em duas rodas, compartilhando este prazer com os seus pares. Agora que já foi dada a largada é dar um trato nas máquinas e se preparar que logo mais tem outra!&#8221;.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><i><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG_20191108_105506401.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://motosclassicas80.com/wp-content/uploads/2020/08/IMG_20191108_105506401-300x225.jpg" width="210" height="158" border="0" data-original-height="1536" data-original-width="2048" /></a></i></div>
<p><i>Marcelo Vigneron é fotógrafo, historiador, viajante e motociclista há 44 anos. Há 10 anos participa profissionalmente em expedições de moto pela América do Sul, Brasil e também é colaborador no programa de viagens de moto Honda RedRider com base no estado do Acre.</i></p>
<div></div>
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		<title>Clássicas na estrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cicero Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 10:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprilia]]></category>
		<category><![CDATA[BMW]]></category>
		<category><![CDATA[Garagem]]></category>
		<category><![CDATA[honda]]></category>
		<category><![CDATA[Naquele Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[suzuki]]></category>
		<category><![CDATA[yamaha]]></category>
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					<description><![CDATA[Sempre é legal ver uma estrada a frente do guidão, não é mesmo? E se estiver com um amigo, e o destino for prá lá de especial e pilotando uma clássica? Aí vira sonho, quase...Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr" style="text-align: left;">Sempre é legal ver uma estrada a frente do guidão, não é mesmo? E se estiver com um amigo, e o destino for prá lá de especial e pilotando uma clássica? Aí vira sonho, quase presente de Natal&#8230;<br />
No dia 15 de fevereiro um monte de motoqueiros se sentiu assim, foi o dia do passeio do Motosclassicas80. A reunião começou cedinho no Frango Assado, da Fernão Dias, Claro que muita gente não se conhecia e aproveitou para transformar a amizade virtual em real.<br />
Mas é claro que o destaque foram as motos e tinha para todos os gostos.<img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-2603 aligncenter" src="http://motosclassicas80.com//wp-content/uploads/2020/04/IMG_4650-800x600.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4650-800x600.jpg 800w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4650-rotated-600x450.jpg 600w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4650-768x576.jpg 768w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4650-1024x768.jpg 1024w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4650-1536x1152.jpg 1536w, https://www.motosclassicas80.com.br/wp-content/uploads/2020/04/IMG_4650-rotated.jpg 2016w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Na Estrada<br />
Durante a pequena viagem, a distância entre Atibaia e Socorro é de 70 km, foi possível ouvir o ronco típico dos anos 80. Além disso, a camaradagem também prevaleceu quando alguém parava, todos encostavam para ver o quê aconteceu &#8211; como era nos anos de 1980 &#8211; você se lembra?</p>
<p>Mas&#8230;enfim, vou deixar de bla bla bla e sugerir que você assista ao video&#8230;</p>
<p>Bom Passeio!!!!!</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/G1UU6b98ShU?feature=player_embedded" width="320" height="266" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/G1UU6b98ShU/0.jpg"></iframe></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Eu, o guidão e a estrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 07:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clássicas]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Garagem]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
		<category><![CDATA[suzuki]]></category>
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					<description><![CDATA[GSXR1100W esperando pela sua vez de passear&#8230; Ao tirar a Suzuki GSXR1100W 1993 da garagem naquela manhã de sábado, eu não podia imaginar o que me esperava.  Uma viagem com uma moto antiga é uma...Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://4.bp.blogspot.com/-akhn5TNH_x0/XFFd6GcVHDI/AAAAAAAAK-M/mVxXRajX0GYL9RwmnIzn9BWqXzPkMXtawCLcBGAs/s1600/DSC00605%2B-%2Bco%25CC%2581pia.JPG"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://4.bp.blogspot.com/-akhn5TNH_x0/XFFd6GcVHDI/AAAAAAAAK-M/mVxXRajX0GYL9RwmnIzn9BWqXzPkMXtawCLcBGAs/s400/DSC00605%2B-%2Bco%25CC%2581pia.JPG" width="400" height="266" border="0" data-original-height="1067" data-original-width="1600" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">GSXR1100W esperando pela sua vez de passear&#8230;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao tirar a Suzuki GSXR1100W 1993 da garagem naquela manhã de sábado, eu não podia imaginar o que me esperava.  Uma viagem com uma moto antiga é uma caixa de surpresas &#8211; na maior parte das vezes um grande barato, mas não podemos nos esquecer que todos os componentes ali são antigos, sendo assim, tudo pode acontecer&#8230;  desde um simples furo no pneu, um retentor estourado, uma mangueira rachada, um carburador entupido.<br />
Mas a pequena viagem até Ribeirão Preto com a 1100cc se tornou em uma grande curtição, a moto está em excelente forma e conseguiu me levar, não de um ponto ao outro, mas de volta a um passado muito legal, onde era apenas <b>Eu, o guidão e a estrada&#8230;</b>    Te convido a &#8220;tentar entender&#8221; como era esse tempo e a viajar comigo!</p>
<p><b></b><br />
<a name="more"></a><b><br />
</b><b>Só o que interessa</b></p>
<p>Sequer um relógio, daqueles mesmo indicador de horas, havia naquele painel &#8211; que de forma simples informava velocidade, rotação do motor e temperatura do líquido, nada mais, afinal de contas, quem se dispõe a sentar atrás daqueles semi-guidons não está ali pra jogar vídeo game, não é mesmo?   Através de sua grande bolha transparente, uma vista privilegiada da rodovia! &#8211; vamos combinar?  é isso o que interessa!</p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://4.bp.blogspot.com/-P5u-xpWIsRQ/XEYBij_ipOI/AAAAAAAAK3U/6DJNQbSnsZ0maWbNs0VGBmxZzpxR9UQdACLcBGAs/s1600/gsx4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://4.bp.blogspot.com/-P5u-xpWIsRQ/XEYBij_ipOI/AAAAAAAAK3U/6DJNQbSnsZ0maWbNs0VGBmxZzpxR9UQdACLcBGAs/s640/gsx4.jpg" width="640" height="480" border="0" data-original-height="1200" data-original-width="1600" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Entre os baixos semi-guidons e a estrada há apenas um simples e compacto painel. Absolutamente analógico, como tudo<br />
nesta motocicleta! O ABS é você, o controle de tração&#8230; também!  Seguuuura peão!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Enquanto o vento ajudava a suportar o peso de meu tronco empurrando suavemente meu peito para cima e para trás, aliviando qualquer forma de tensão em meus braços, eu observava o pequeno painel, de inspiração nitidamente racing, com pouquíssimos comandos e informações a meu dispor sobre a moto&#8230;  Não havia muito com o que me distrair, foi quando me vi obrigado a prestar atenção na viagem em si. Apesar de estar pilotando uma motocicleta de 1100 cilindradas, viajava devagar e tive tempo de observar o  gado que pastava na beira da estrada, prestar atenção nos arredores, nas demais motos com quem compartilhava a rodovia, seus motociclistas e garupas, reparar em detalhes da motocicleta que eu conduzia, em seus ruídos e seus comportamentos nas diferentes situações, acelerações nas frenagens&#8230;</p>
<p><b>A chuva que não molha&#8230;</b></p>
<table style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://1.bp.blogspot.com/-Ub8OlKDJw7E/XE9ZDBsrZvI/AAAAAAAAK9M/r4Oz9wciG-0z7GVoA50fJhELTmj_OLlfACLcBGAs/s1600/xt1200.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://1.bp.blogspot.com/-Ub8OlKDJw7E/XE9ZDBsrZvI/AAAAAAAAK9M/r4Oz9wciG-0z7GVoA50fJhELTmj_OLlfACLcBGAs/s320/xt1200.jpg" width="320" height="180" border="0" data-original-height="720" data-original-width="1280" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Suspensão eletrônica, Controle de tração, Manoplas aquecidas,<br />
quanta coisa&#8230; quanta coisa que talvez não sejam necessárias.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Lembrei-me então de minha Big Trail atual, uma Yamaha XT1200Z Super Ténéré 2017,  e de uma breve viagem que fiz com alguns amigos recentemente e na qual conversávamos sobre as tais Big Trail modernas&#8230;  um deles dizia nesse bate papo que quando estava em sua motocicleta <i>&#8220;podia até chover e ele praticamente não se molhava, protegido atrás da carenagem e da grande bolha&#8221;</i>,  e que, alem disso, tinha informação sobre a pressão dos pneus no painel, sobre distancia da próxima parada, autonomia, música que esta tocando, conseguia fazer ligações telefônicas, acessar agenda, tudo isso pelo painel da moto, com fácil acesso também a informações sobre manutenção, mapas, temperatura do líquido, da temperatura ambiente, era capaz inclusive de regular altura dos bancos, das suspensões, e até mesmo a temperatura de bancos e manoplas&#8230; mais que isso &#8211; o &#8220;piloto automático&#8221; podia assumir a função da aceleração a qualquer momento&#8230;</p>
<p><b>O sensor de bunda</b></p>
<p>E eu ali, em cima da velha &#8220;Suzukona 1100&#8221;, vento no peito &#8211; cada vez que girava a manopla direita, esticava um cabo que movia borboletas dentro de 4 enormes carburadores, elevando a rotação daquele motor bruto, com 155cv e 26 anos de idade &#8211; refletindo sobre aquela conversa entre amigos, sem ao menos saber que horas eram. Tampouco queria chegar rápido, meu desejo era de eternizar aquele momento, em que a grande Suzuki e eu interagíamos.</p>
<p>Se, de repente o pneu furasse, nada, nem ninguém ia me avisar, teria que usar de meus &#8220;sensores de bunda&#8221; pra descobrir. E se por acaso chovesse?  bem &#8230; eu ia me molhar.  ABS?  estava devidamente instalado em meus tendões, e quer saber? Eu confio neles. Sabe o controle de tração?  hummm acho que é tendão também &#8211; tenho alguma dificuldade com anatomia &#8211; seja lá onde for, ele funcionou até hoje, tá bem obrigado!</p>
<p>Piloto automático?!  Ei!  não me venha com essa história de piloto automático!  Claro que aqui não tem&#8230;  PARA TUDO! não quero ninguém fazendo isso por mim&#8230;  me deixa pelo menos pilotar a minha moto!!!!</p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://2.bp.blogspot.com/-7tKU3fH-QdY/XEYDQXwwL0I/AAAAAAAAK3g/eHbSq0y-55MADMs0pxFhRzNeaHYjbZuuwCLcBGAs/s1600/gsx14.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://2.bp.blogspot.com/-7tKU3fH-QdY/XEYDQXwwL0I/AAAAAAAAK3g/eHbSq0y-55MADMs0pxFhRzNeaHYjbZuuwCLcBGAs/s640/gsx14.jpg" width="640" height="640" border="0" data-original-height="1280" data-original-width="1280" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Para tudo!  não quero nenhum &#8220;piloto eletrônico&#8221; fazendo o serviço que é meu!!!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pois é, fiquei pensando&#8230; será que as motos estão realmente evoluindo? Bem, isso é inegável, evoluindo estão&#8230; é uma evolução!  Mas, será que seguem em um caminho certo?  Ou, como muitas outras coisas que nos cercam, estão ficando chatas? &#8220;Politicamente corretas&#8221; demais&#8230;  &#8211; não poluem (acabaram com as dois tempos), não fazem barulho, não empinam (anti wheeling), freios não travam, rodas não patinam&#8230;. &#8211;  Alguém, em algum momento, perguntou ao motociclista o que ele desejava quando andava de moto?  Qual era a verdadeira curtição?  Ou isso tudo nos foi enfiado &#8220;goela abaixo&#8221;?</p>
<table style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://4.bp.blogspot.com/-54iTof3m7YY/XEmd7RQhfpI/AAAAAAAAK4o/jfS3w1WbQvc248KXGuDSa2qvTQVzPCongCLcBGAs/s1600/102617-Top-10-Facts-About-The-2018Honda-Gold-Wing-9811.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://4.bp.blogspot.com/-54iTof3m7YY/XEmd7RQhfpI/AAAAAAAAK4o/jfS3w1WbQvc248KXGuDSa2qvTQVzPCongCLcBGAs/s640/102617-Top-10-Facts-About-The-2018Honda-Gold-Wing-9811.jpg" width="640" height="392" border="0" data-original-height="981" data-original-width="1600" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Estão elas nos afastando do verdadeiro motociclismo?  Não que o motociclismo seja sinônimo de avacalhação, anarquia, poluição, confusão&#8230; mas o motociclismo é o simbolo máximo do equilíbrio, da integração homem e máquina&#8230;  se a coisa desequilibrar demais pro lado da tecnologia, se o homem passar a ser apenas passageiro e não tiver função vital na pilotagem, talvez perca a sua essência.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nos últimos tempos, além de toda parafernália eletrônica que nos &#8220;ensinaram a gostar&#8221; em nossas motos, suspensão eletrônica, aquecedor disso, daquilo, controle de estabilidade, controle de tração, anti wheeling (sic!), assistente de largada, freio automático pra subida, piloto automático&#8230; vi alguns videos que me preocuparam&#8230; primeiro foi a moto da Honda e depois outra BMW que andam sozinhas, sem condutor, e não caem&#8230;  O que mais falta?  Ar condicionado?  Janelas?  Não estamos querendo ensinar nossos cães a subir em arvores, nossos gatos a latir?  A distancia entre o automóvel e a motocicleta está diminuindo demais pro meu gosto, e o carro é algo que o motociclista sempre impugnou.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/UGb5uaAJp2I?feature=player_embedded" width="320" height="266" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/UGb5uaAJp2I/0.jpg"></iframe></div>
<table style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://2.bp.blogspot.com/-zMSKy-KCVbI/XEYE7oQUDGI/AAAAAAAAK3w/23cAKpeCigwAFmZS1lFipGcuI6jQuCYZACLcBGAs/s1600/honda%2Bnao%2Bcai.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://2.bp.blogspot.com/-zMSKy-KCVbI/XEYE7oQUDGI/AAAAAAAAK3w/23cAKpeCigwAFmZS1lFipGcuI6jQuCYZACLcBGAs/s400/honda%2Bnao%2Bcai.jpg" width="400" height="266" border="0" data-original-height="683" data-original-width="1024" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">tem graça uma motocicleta que anda sozinha? que não cai?</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />
</b><b><br />
</b><b><br />
</b><b>Molhar faz parte&#8230;</b></p>
<p>E eu lá, passando por Pirassununga, SP.  Acelerava o motorzão Suzuki 1100, sentindo o ar sendo sugado pelos filtros, passando pelas vísceras de minha moto, podia perceber, sentir, a mistura sendo transformada em força logo ali, embaixo de minhas pernas, sendo seu resultado sentido em forma de deslocamento e ouvido em forma de rugido, isso em uma viagem que mais parecia uma transa de tão legal que estava, aquela conversa de a &#8220;<i>bolha não permite que eu me molhe quando chove</i>&#8221; ficou martelando na minha cabeça!</p>
<p>Será que é mesmo por ai?</p>
<p>Afinal de contas&#8230;  molhar faz parte do motociclismo!  ou não faz?</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Uma pontinha dos anos 90</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2018/03/01/uma-pontinha-dos-anos-90/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clássicas]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
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					<description><![CDATA[Já é tradição, sempre que meu cunhado me visita, vamos dar uma volta com as motos antigas, Rogério é dos poucos caras que frequenta minha garagem, aponta pras motos e escolhe com qual vai sair....Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já é tradição, sempre que meu cunhado me visita, vamos dar uma volta com as motos antigas, Rogério é dos poucos caras que frequenta minha garagem, aponta pras motos e escolhe com qual vai sair.</p>
<p>Acontece que fazia um bom tempo que ele não vinha pra cá, e com isso, algumas das motos conhecia apenas por fotografia. Quando a família chegou pra passar o carnaval em casa, todos acomodados, e logo descemos pra garagem pra ver as novidades&#8230;</p>
<p>De cara Rogério apontou pra duas que queria experimentar primeiro, e curiosamente não eram motos dos anos 80, eram motos do inicio dos anos 90.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-OBkrvoxELe0/WoVt4VBcR4I/AAAAAAAAH_4/vF65NalLB5UOgH8xKALpRv57k9Etwd9MACLcBGAs/s1600/90-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="1200" data-original-width="1600" height="480" src="https://4.bp.blogspot.com/-OBkrvoxELe0/WoVt4VBcR4I/AAAAAAAAH_4/vF65NalLB5UOgH8xKALpRv57k9Etwd9MACLcBGAs/s640/90-1.jpg" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">A BMW R100GS PD 1992 e a HONDA NX650 DOMINATOR 1992 foram as escolhidas por ele para o primeiro passeio.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Como aqui somos democráticos, e, apesar do nome &#8220;Motos Clássicas 80&#8221;, nos permitimos invadir os últimos anos da década de 1970 e os primeiros anos da década de 1990, desta forma vamos, nesta postagem, explorar justamente o &#8220;requinte&#8221; dos primeiros anos dessa década.&nbsp; Os exemplares escolhidos nos permitem essa analise:<br /><a name='more'></a>Logo de cara, nessa primeira fotografia já chama atenção, os 2 freios a disco, dianteiro e traseiro da NX650 Dominator, item de luxo nos anos 1980 e que já começava a se tornar comum nos anos seguintes.&nbsp; Os aros de alumínio, também comuns ás duas motos desse passeio, começaram a se popularizar no final dos anos 1980&#8230;&nbsp; mas tem muito mais escondido ai.</p>
<p>A R100GS Paris Dakar, trazia já em 1992 pneus sem câmara em rodas raiadas (isso mesmo), suspensão mono braço traseira, tanque de 35 litros (ual!), porta-luvas no tanque (de 5 litros com chave), manoplas aquecidas&#8230;&nbsp; parece descrição de moto moderna não é mesmo?!&nbsp; &nbsp;era uma moto realmente avançada.</p>
<p>Mas, elas mantinham algo que 90% das motos atuais perderam&#8230; o aro 21 na dianteira!!!&nbsp; ah o aro 21!&nbsp; aclamado pelos amantes do off road, pelos puristas!&nbsp; &nbsp;perdeu espaço para os aros menores em prol de maior dirigibilidade no asfalto (precisava mesmo?!?!)&#8230;</p>
<p>Outra característica marcante era a total ausência de eletrônica!&nbsp; &nbsp;São motos que simplesmente não param, mecânica simples, confiável, a toda prova.&nbsp; Prova disso é que, até hoje, motociclistas levam suas R100GS PD em longas jornadas pelo mundo, motos com 200.000, 300.000 e até maiores quilometragens, sem se importar com gadgets eletrônicos que facilitam a vida, mas vivem encrencando&#8230;</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-dQVrq4lYN7k/WoVx9Wk7r3I/AAAAAAAAIAM/g-cJifA9uZQWAxLhmLGkyG0qXQOncSQYgCLcBGAs/s1600/90-5.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="648" data-original-width="1152" height="360" src="https://2.bp.blogspot.com/-dQVrq4lYN7k/WoVx9Wk7r3I/AAAAAAAAIAM/g-cJifA9uZQWAxLhmLGkyG0qXQOncSQYgCLcBGAs/s640/90-5.jpg" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Passeio com as motos dos anos 1990&#8230;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-Nkgo_PlOidI/WoVxZez6P6I/AAAAAAAAIAI/d8jNh3ZeNs0dUbuAq4mRuFh4RLBJallwACLcBGAs/s1600/90-3.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="648" data-original-width="1152" height="360" src="https://1.bp.blogspot.com/-Nkgo_PlOidI/WoVxZez6P6I/AAAAAAAAIAI/d8jNh3ZeNs0dUbuAq4mRuFh4RLBJallwACLcBGAs/s640/90-3.jpg" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">A Dominator é meu numero &#8211; dizia Rogério ao final do passeio!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao subir na R100GSPD, Rogério confessou sentir-se preocupado, a moto assusta no inicio, é grande, &#8220;diferentona&#8221; como ele definiu.&nbsp; Havia sido alertado quanto aos freios, a R100 tem freios pouco eficientes, é preciso freiar o dianteiro com os 4 dedos&#8230;&nbsp; Ele notou que os comandos elétricos são os tradicionais BMW, (modelo com o qual a marca insistiu durante muitos anos e tentou fazer diferente do resto do mundo, mas recentemente cedeu a pressão e adotou o padrão mundial), então tinha de &#8220;pensar&#8221; pra dar seta, buzinava na hora de cancelar a seta, e assim por diante! Nada intuitivo!&nbsp; Na estrada, sentiu-se pouco mais a vontade!</p>
<p>No entanto, ficou entusiasmado ao olhar no painel e perceber que a moto estava com 98.000km rodados &#8211; Parecia ter 10.000 kms, dizia ele!&nbsp; tudo muito novo, tudo muito justo!&nbsp; &nbsp;&#8211; a tal mecânica alemã!</p>
<p></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-JX391KK5lsY/WoVyGNdwxXI/AAAAAAAAIAQ/jOYCdhvmJdEWA7F1YGxpAeePX7VO_KQZwCLcBGAs/s1600/90-4.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="480" data-original-width="640" height="480" src="https://3.bp.blogspot.com/-JX391KK5lsY/WoVyGNdwxXI/AAAAAAAAIAQ/jOYCdhvmJdEWA7F1YGxpAeePX7VO_KQZwCLcBGAs/s640/90-4.jpg" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Sentiu-se em casa na Honda Dominator</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Já quando subiu na Honda Dominator, por conta de sua estatura (1,73m), Rogério sentiu-se mais a vontade, a moto é mais leve, plantou os 2 pés no chão, não havia risco de queimar as canelas nos cilindros expostos &#8211; os comandos elétricos eram muito familiares &#8211; dizia ele.&nbsp; &#8211; também, pudera, pensei&#8230;. a Honda tem o habito de reaproveitar os comandos em vários modelos!</p>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-NrEgL6nFcOM/WoVyVRUm0HI/AAAAAAAAIAY/uoaVsH2Gln4o5Ua25RMFOvf1OO9aDA_jQCLcBGAs/s1600/90-7.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="640" data-original-width="480" height="640" src="https://3.bp.blogspot.com/-NrEgL6nFcOM/WoVyVRUm0HI/AAAAAAAAIAY/uoaVsH2Gln4o5Ua25RMFOvf1OO9aDA_jQCLcBGAs/s640/90-7.jpg" width="480" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Estranhou demais a BMW, mas encantou-se com o estado de conservação, depois de quase 30 anos<br />e 100.000 kms rodados!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Hard Alpi Tour (HAT) &#8211; 9a. Edição</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2017/09/28/hard-alpi-tour-hat-9a-edicao/</link>
					<comments>https://www.motosclassicas80.com.br/2017/09/28/hard-alpi-tour-hat-9a-edicao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicas]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
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					<description><![CDATA[A nona edição do Hard Alpi Tour (HAT), começou em Sanremo e terminou em Sestriere na Itália. O desafio mostrou a importância que os europeus dedicam as aventureiras clássicas. Diversos modelos como as antigas Honda...Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://1.bp.blogspot.com/-C3QboM93IpE/WcOzfMjnWUI/AAAAAAAAHRY/5_VHz8czIJ4Aplq_0mKHJjhRY6Wvav_MACLcBGAs/s1600/materia%2B3.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="853" data-original-width="1280" height="424" src="https://1.bp.blogspot.com/-C3QboM93IpE/WcOzfMjnWUI/AAAAAAAAHRY/5_VHz8czIJ4Aplq_0mKHJjhRY6Wvav_MACLcBGAs/s640/materia%2B3.jpg" width="640" /></a>A nona edição do Hard Alpi Tour (HAT), começou em Sanremo e terminou em Sestriere na Itália. O desafio mostrou a importância que os europeus dedicam as aventureiras clássicas.</p>
<p><a name='more'></a></p>
<p>Diversos modelos como as antigas Honda Africa Twim e Yamaha Ténérés, da década de 1980, percorreram 520 km cortando as estradas militares dos alpes italianos. Este ano os pilotos e as motos tiveram como &#8220;tempero&#8221; uma chuva forte que os acompanhou na primeira etapa da aventura.</p>
<p>Os participantes vieram de diversos países como Itália, Alemanha, França, Suíça e Polônia e até participações especiais da Servia. Haviam também representantes do Canada, Africa do Sul e até do Catar, mostrando o carisma dessas motos que ainda são capazes de vencer grandes desafios.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-nch-93J3MtM/WcOzoUQ0hiI/AAAAAAAAHRc/JuEG7bWYc7wilQWzUge_deI3ptTZISZgQCLcBGAs/s1600/materia%2B4.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="853" data-original-width="1280" height="426" src="https://1.bp.blogspot.com/-nch-93J3MtM/WcOzoUQ0hiI/AAAAAAAAHRc/JuEG7bWYc7wilQWzUge_deI3ptTZISZgQCLcBGAs/s640/materia%2B4.jpg" width="640" /></a></div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-rcfTpxmod9c/WcOzpsjfQSI/AAAAAAAAHRg/624MBOyNgo47t2kRFTD23XcnA3hJPprCACLcBGAs/s1600/materia%2B2.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="853" data-original-width="1280" height="426" src="https://2.bp.blogspot.com/-rcfTpxmod9c/WcOzpsjfQSI/AAAAAAAAHRg/624MBOyNgo47t2kRFTD23XcnA3hJPprCACLcBGAs/s640/materia%2B2.jpg" width="640" /></a></div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-wE4u4ajq7ao/WcOzq08tQfI/AAAAAAAAHRk/narer8Nwe8kAFXmxOWMf0U72zCGA0loGACLcBGAs/s1600/materia1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" data-original-height="519" data-original-width="502" height="640" src="https://3.bp.blogspot.com/-wE4u4ajq7ao/WcOzq08tQfI/AAAAAAAAHRk/narer8Nwe8kAFXmxOWMf0U72zCGA0loGACLcBGAs/s640/materia1.jpg" width="618" /></a></div>
<p>Se você gosta de clássicas aventureiras desfrute dessas fotos, quem sabe você se anima e participa do enduro clássico no ano que vem.</p>
<p><i>* texto gentilmente enviado por Cicero Lima, que está atolado de trabalho mas mesmo assim não se esquece das clássicas e dos amigos do MC80&#8230;.</i></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>30 anos em 30 minutos</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2017/05/25/30-anos-em-30-minutos/</link>
					<comments>https://www.motosclassicas80.com.br/2017/05/25/30-anos-em-30-minutos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cicero Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2017 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Naquele Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
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					<description><![CDATA[Veja como um curto passeio numa moto clássica é capaz de reviver o passado. Em uma tarde de sábado subimos os morros de Atibaia (SP) para matar a saudade de rodar nas Honda XL dos...Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr" style="text-align: left;">
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-muKuglCRAnc/WSMIVVqmOoI/AAAAAAAAKEc/-quZiwyyfustka1ADB3vDjJPlHoRvWpJwCLcB/s1600/IMG-20170522-WA0018.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: medium;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="https://1.bp.blogspot.com/-muKuglCRAnc/WSMIVVqmOoI/AAAAAAAAKEc/-quZiwyyfustka1ADB3vDjJPlHoRvWpJwCLcB/s400/IMG-20170522-WA0018.jpg" width="300"></span></a></div>
<p><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: medium;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Veja como um curto passeio numa moto clássica é capaz de reviver o passado. Em uma tarde de sábado subimos os morros de Atibaia (SP) para matar a saudade de rodar nas Honda XL dos anos de 1980 da coleção do Diego Rosa. Eu fui com a XL 125, ano 1987; o Diego com a sua XL 250, ano 1984 enquanto o Alexandre Leonard encarou a XLX 350, ano 1988. Para o Alexandre foi a chance de reviver a emoção da compra de sua primeira moto, uma XLX 350 no final dos anos de 1980.</span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif;"><br />
</span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;">Apesar do curto passeio, Alexandre nos presenteou com seu relato emocionante e uma visão muita clara do motociclismo atual e o antigo, uma visão que gostaríamos de dividir com os amigos e leitores do <i><b>Clássicas80.</b></i></span></span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><i><b></b></i></span></span><br />
</span></span><br />
<a name="more"></a><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><i><b><br />
</b></i></span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;">Minha primeira moto foi uma Honda XLX 350 ano/modelo 1988 (se não estiver enganado). Eu a comprei com apenas 103 quilômetros rodados de um amigo sortudo. Ele adquiriu uma cota de consórcio (Remaza) da XLX e junto também comprou de uma Yamaha 600 Ténéré. Ele deu o lance para tirar a XLX e conseguiu pegá-la rápido. &nbsp;Mas como eu disse, ele era sortudo pois, logo me seguida &#8211; cerca de um ou dois meses &#8211; foi contemplado com no consórcio da Ténéré.</span></span></span></p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-KmF8rd0UtjQ/WSMHH9dZIzI/AAAAAAAAKEM/5GBZ_5RWDsIdjXLNX_rB9r777swgz5v_QCLcB/s1600/IMG-20170517-WA0022.jpg" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="300" src="https://2.bp.blogspot.com/-KmF8rd0UtjQ/WSMHH9dZIzI/AAAAAAAAKEM/5GBZ_5RWDsIdjXLNX_rB9r777swgz5v_QCLcB/s400/IMG-20170517-WA0022.jpg" width="400"></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><b><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Alexandre e sua primeira moto &#8220;graças a sorte do amigo&#8221;</span></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Aí a sorte virou para o meu lado. Ele falou do interesse de se desfazer da XLX pois queria muito montar na maior novidade da época, a Yamaha Ténéré 600. Mandei uma oferta de um sinal e assumiria o talão (cheio) de prestações do consórcio Remaza, para minha surpresa ele aceitou.</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Eu demorei um pouco para &#8220;cair na real&#8221; que tinha comprado uma moto. Até então, por quase doze anos, só andava em motos emprestadas ou na garupa de amigos. Eu realmente não estava acreditando&#8230;</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Tudo foi combinado em um final de tarde durante uma velejada no canal de São Sebastião. No dia seguinte retornamos de Ilha Bela (SP) lá pelas onze horas da noite. Passei em casa, &#8220;quebrei o cofrinho&#8221; e juntei a grana do sinal &#8211; não lembro bem quanto foi mas acho que uns R$ 3.000 no dinheiro de hoje. Fomos para a casa dele pegar a MINHA motocicleta.</span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><b>Me belisca!!!</b></span></span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;">Claro que ele teve que ligar a moto, eu não conseguia (lembre-se que era uma XLX 350) e fui para a casa dos meus pais, ali pertinho. Guardei a moto em um quartinho nos fundos e simplesmente não conseguia dormir. Não acreditava que tinha comprado minha primeira moto, mesmo ela estando ali na minha frente.</span></span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Já passava de uma hora da madrugada, todos já estavam dormindo na casa dos meus pais e eu ali, de olho arregalado, querendo andar de moto. Até fui para a cama, mas levantei por duas vezes para ver a moto novamente. No dia seguinte acordei super cedo e fui trabalhar sem ir ver a moto, simplesmente achei que tinha sonhado com toda a situação. Sério!</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Horas depois a empregada da casa dos meus pais me liga no trabalho dizendo que tinha uma moto atrapalhando no quartinho e eu tinha que tirar de lá. Bom, aí eu me certifiquei que não era sonho e a ficha caiu. A partir dessa data tudo mudou.</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Aos 23 anos minha rotina era trabalhar e no final de semana descer para Ilha Bela velejar, adorava isso. Nem tinha carta de moto, mas pilotar a XLX era muito fácil. Claro que o lance de ligar me confundia no começo, pois estava acostumado com as motos 2T mas, depois que peguei a &#8220;manha&#8221; ficou tranquilo. Me diverti demais com aquela motocicleta.</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Depois de quase 30 anos ainda lembro daquela que foi minha primeira moto. Se pudesse eu ainda estaria com ela na minha garagem. Para dizer a verdade me arrependi muito por ter vendido. Era moto para guardar pela vida inteira, seja na garagem ou mesmo na sala de casa.</span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><b>Tudo mudou</b></span></span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;">Em quase trinta anos, desde que comprei minha primeira moto, vi muita coisa mudar. Hoje temos muito mais opções de modelos, recursos eletrônicos, segurança e equipamentos. Mas o que mudou muito foi o trânsito, o tráfego está mais intenso. A motocicleta deixou de ser um veículo de lazer , para muita gente é um meio de transporte e de sustento das famílias.</span></span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Mesmo assim, ainda falta muita educação para motoristas e motociclistas também. Penso que devemos chegar a um acordo, estamos andando em um dos veículos mais sensacionais que existe. Porém devemos assumir o controle da situação e mudar as estatísticas dos acidentes de motos.</span></span></p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://2.bp.blogspot.com/-xL8aePkjhPc/WSMHdcwWocI/AAAAAAAAKEQ/8v_ojwXAYswGnuMA7uGWkXB_kCL-ZGHpwCLcB/s1600/IMG-20170517-WA0023.jpg" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="300" src="https://2.bp.blogspot.com/-xL8aePkjhPc/WSMHdcwWocI/AAAAAAAAKEQ/8v_ojwXAYswGnuMA7uGWkXB_kCL-ZGHpwCLcB/s400/IMG-20170517-WA0023.jpg" width="400"></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><b><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">No off-road o que valia era a amizade e não a motocicleta</span></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Falando em diversão, lembro que até 1994 meu horizonte motociclístico era 100% off-road. O clima era bem competitivo e se destacava quem sabia pilotar melhor (ou caia menos) e, nas competições, quem chegava na frente. Ainda assim, todos eram muito unidos e as diferenças eram menores.</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Em 1995 comecei a viajar pelas estradas. Com minha minha Yamaha Super Ténéré 750 rodava pelo Brasil e, depois com outras motos, pela América do Sul foi possível perceber o que algo mudou entre os motociclistas. Percebi que o importante era a moto e não o motociclista. As pessoas começavam a dar mais valor a marca, cilindrada, potência, peso, com ou sem ABS, cardão ou corrente. Sinto saudade da comunidade off-road aonde a amizade era muito mais importante do que a moto.</span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><br />
</span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><b>Passeio revelador</b></span></span></span><br />
<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;">Foi interessante lembrar de tudo isso em apenas 30 minutos. Em um breve passeio com uma Honda XLX 350, ano 1988, foi capaz de me levar a estra reflexão. Foi um passeio nostálgico em que passou um filme na minha cabeça. Começou no momento de ligar a moto (que eu não consegui e pedi ajuda ao Mestre Diego).</span></span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">No restante senti a mesma sensação daqueles tempos quando levei minha XLX para Campos do Jordão (SP) para fazer minha primeira trilha. Nunca vou esquecer!</span></span></p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-XC6i-ZcXbVQ/WSMH2TxgeCI/AAAAAAAAKEU/FSq5oeP5I1I4G9ydRkvc_pieMSsGzCmggCLcB/s1600/IMG-20170522-WA0045.jpg" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="300" src="https://4.bp.blogspot.com/-XC6i-ZcXbVQ/WSMH2TxgeCI/AAAAAAAAKEU/FSq5oeP5I1I4G9ydRkvc_pieMSsGzCmggCLcB/s400/IMG-20170522-WA0045.jpg" width="400"></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><b><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Um passeio depois de 30 anos para matar a saudade<br />
levou a uma grande reflexão sobre o motociclismo atual</span></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Hoje, após fazer as fotos e retornar para a casa do Diego, lembrei de como eramos felizes com coisas mais simples. Fazíamos tudo sem o uso d tecnologia embarcada e suas siglas como ABS, DBS, ASC, ESA entre outras.</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 25.3333px;">Não sou contra a modernidade nem os benefícios que elas nos proporciona. Mas sinto que, antes dela, sabíamos pilotar muito pois tínhamos que analisar a velocidade e o tipo de piso antes de acionar os freios, controlar o acelerador e sentir a moto como um todo. A motocicleta era a extensão do nosso corpo.</span></span><br />
<span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: small;"><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif; font-size: medium;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span></span><br />
<span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: medium;"><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><br />
</span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 25.3333px;"><i><b><br />
</b></i></span></span></span><span style="font-family: &quot;helvetica&quot; , sans-serif;"><span style="background-color: white; font-size: 12.6667px; line-height: 25.3333px;"><i><b><br />
</b></i></span></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Uma clássica nas montanhas</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2016/12/21/uma-classica-nas-montanhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cicero Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 01:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[honda]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
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					<description><![CDATA[Há alguns meses fiz uma viagem bem legal e gostaria de dividir a experiência com os amigos do Motos Clássicas 80. Ela serviu para confirmar a igualdade que ainda reina no mundo das motos, principalmente...Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr" style="text-align: left;">
<div></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://4.bp.blogspot.com/-k2m1zOOMrNE/WFqwYIdhv-I/AAAAAAAAIBI/IWUGXa-xW_EZPNHsLhDvIyXi_IF5v12hQCLcB/s1600/montanha%2B%25C3%25A9%2Bde%2Btodos.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="342" src="https://4.bp.blogspot.com/-k2m1zOOMrNE/WFqwYIdhv-I/AAAAAAAAIBI/IWUGXa-xW_EZPNHsLhDvIyXi_IF5v12hQCLcB/s640/montanha%2B%25C3%25A9%2Bde%2Btodos.jpg" width="640"></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">Há alguns meses fiz uma viagem bem legal e gostaria de dividir a experiência com os amigos do Motos Clássicas 80. Ela serviu para confirmar a igualdade que ainda reina no mundo das motos, principalmente entre os usuários dos modelos fora de estrada como as aventureiras big-trails e as leves <i>on-off</i>.&nbsp;</span></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-1U4SSa-ybhM/WFr7cleB1OI/AAAAAAAAIB0/x_3x-mrbJDsbN-enrxSN8Zxgw8uf7UO7gCLcB/s1600/DSCN1982.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="180" src="https://1.bp.blogspot.com/-1U4SSa-ybhM/WFr7cleB1OI/AAAAAAAAIB0/x_3x-mrbJDsbN-enrxSN8Zxgw8uf7UO7gCLcB/s320/DSCN1982.JPG" width="320"></a></div>
<p><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">Rodei pouco mais de 200 km entre Atibaia e Cachoeira Paulista (pertinho de Aparecida, ainda no estado de São Paulo). Uma viagem curta e sossegada para encontrar o amigo Pino Rossi. Pino é um entusiasta do moto turismo e sempre convida os motociclistas para viajar pela sua região e assim desenvolver o turismo rural. Além de grande motociclista e aventureiro, Pino é proprietário (e chef) do Fornace Ristorante – que eu recomendo!!!!&nbsp;</span></p>
</div>
<div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-oJaPuMKRVi8/WFr7AEfxv-I/AAAAAAAAIBw/BUUrTgBlreIjOBhzLy88zoLdZxNu5OMZACLcB/s1600/DSCN1970.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="180" src="https://3.bp.blogspot.com/-oJaPuMKRVi8/WFr7AEfxv-I/AAAAAAAAIBw/BUUrTgBlreIjOBhzLy88zoLdZxNu5OMZACLcB/s320/DSCN1970.JPG" width="320"></a></div>
<p><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;"><br />
</span><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">O encontro foi a chance de conhecer outros motociclistas e rodar pelas estradas que cortam as montanhas da Bocaina, subindo a Serra da Mantiqueira.&nbsp;</span><span style="font-size: 18pt; line-height: 115%;">O evento, chamado Happy Hour MTA (Moto Turismo de Aventura),&nbsp;</span><span style="font-size: 18pt;">sempre reúne amigos de vários lugares com motos bem diferentes. Eu por exemplo, estava com uma Honda XRE 190 e acompanhei outras motos como as BMW F 800 GS, Triumph Tiger, Yamaha Ténéré 660 entre outras big-trails inclusive uma invocadíssima KTM &nbsp;Adventure.</span></p>
</div>
<div><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;"></span><br />
<a name="more"></a><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;"><br />
</span><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;"><b>Hora da descoberta</b></span><br />
<span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;"><br />
</span></div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">Em meio a esse mar de motos grandes, novas e modernas uma classuda Honda XL 250, ano 1985, chamou atenção.<o:p></o:p></span></div>
<div><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">Seu motor alimentado por uma dupla de carburadores funcionava redondo e a XL acompanhava o grupo sem o menor problema. Trazia algumas marcas do tempo, porém nada de relaxo, apenas o uso intenso da moto.<o:p></o:p></span></div>
<div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-L8bQ2FwVSBs/WFqttEmvkEI/AAAAAAAAIA0/0gcSlf8ICHgKYx7Nbybt26oS-4RgKpqXwCEw/s1600/DSCN1989.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="180" src="https://1.bp.blogspot.com/-L8bQ2FwVSBs/WFqttEmvkEI/AAAAAAAAIA0/0gcSlf8ICHgKYx7Nbybt26oS-4RgKpqXwCEw/s320/DSCN1989.JPG" width="320"></a></div>
<p><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">Além da moto, seu dono, chamado Cristóvão Bustamante <b>(foto ao lado)</b>&nbsp;</span><span style="font-size: 18pt;">também se destacava. Talvez por estar totalmente despreocupado com um possível tombo, subia a descia as trilhas sempre buscando lugares novos e caminhos inéditos.</span></p>
</div>
<div><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">Para os outros o peso da moto e o risco de um prejuízo por conta de uma queda funcionavam como uma trava.<o:p></o:p></span></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">No fim todos se divertiram e terminaram o dia com várias histórias para contar. Conhecemos paisagens incríveis e fizemos novos amigos, coisas que só o motociclismo proporciona. <o:p></o:p></span></div>
<div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://3.bp.blogspot.com/-tHKoNpsQ2Yc/WFqvhiWMEQI/AAAAAAAAIBE/yUlXSd-VOy4TdexZtqvlCSIFSgXwa6McgCLcB/s1600/DSCN1957.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="180" src="https://3.bp.blogspot.com/-tHKoNpsQ2Yc/WFqvhiWMEQI/AAAAAAAAIBE/yUlXSd-VOy4TdexZtqvlCSIFSgXwa6McgCLcB/s320/DSCN1957.JPG" width="320"></a></div>
<p><span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;">Voltamos com mais alguns “causos” na bagagem , porém a XL parecia ser soberana. Ela era até mais velha que alguns integrantes do grupo e, ainda assim, mostrava que o importante não é a motocicleta que o piloto tem na garagem e sim a vontade de se divertir. Para mim aquele final de semana foi especial, ele resumiu a essência do motociclismo!&nbsp;<o:p></o:p></span><br />
<span style="font-size: 18.0pt; line-height: 115%;"><i>Se você quer conhecer alguns roteiros diferentes na Serra da Mantiqueira acompanhe a página do MTA (Moto Turismo de Aventura) no Facebook&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/groups/mototurismodeaventura/?fref=ts">clique aqui</a></i></span></p>
</div>
</div>
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		<title>Passeio: Honda XLX350R (Vídeo)</title>
		<link>https://www.motosclassicas80.com.br/2015/03/02/passeio-honda-xlx350r-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2015 12:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Garagem]]></category>
		<category><![CDATA[honda]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio]]></category>
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					<description><![CDATA[Das minhas motos, a XLX350R é a moto que menos dá sensação de estar andando em uma moto antiga, apesar dela ser de 1988, seu projeto é um pouco mais recente e a tocada é...Continue lendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Das minhas motos, a XLX350R é a moto que menos dá sensação de estar andando em uma moto antiga, apesar dela ser de 1988, seu projeto é um pouco mais recente e a tocada é muito parecida com a de uma 300cc atual.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-xkKbZd5IRH8/Um1lF4aGmNI/AAAAAAAABGI/okMRhqNL1jU/s1600/foto%2B4.JPG" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-xkKbZd5IRH8/Um1lF4aGmNI/AAAAAAAABGI/okMRhqNL1jU/s1600/foto%2B4.JPG" height="240" width="320"></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">O carburador e o pedal de partida &#8220;denunciam&#8221; a idade da XLX&#8230;&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a name="more"></a></p>
<div style="clear: both; text-align: left;">Claro, ela ainda é carburada, ainda tem partida no pedal&#8230; mas tirando essas poucas diferenças, o resto: &nbsp;posição de pilotagem, conforto, suspensões, potencia, suavidade&#8230; tudo bem em linha por exemplo, com uma XRE300 moderna. &nbsp;Eu brinco que se fosse possivel fechar os olhos e pilotar uma e depois a outra, possivelmente poucos notariam diferenças importantes.</div>
<p>Mas, de uma forma ou de outra, é uma veterana e merece seu lugar ao sol &#8211; esse vídeo foi focado mais na experiencia da pilotagem do que na moto em si, que já foi objeto de outras matérias aqui no Motos Clássicas 80:</p>
<p>Minha Garagem: XLX350R 1988</p>
<p>Tão iguais, tão diferentes!</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><iframe loading="lazy" width="320" height="266" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/6s9O-ff2kCo/0.jpg" src="http://www.youtube.com/embed/6s9O-ff2kCo?feature=player_embedded" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe></div>
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